“Assim, o amor é uma sensação de pertencimento recíproco que
almeja a plenitude. No fundo, o amor é uma identidade, pois eu me encontro no
outro ou na outra. O amor tem turbulências, mas ele não é confronte, e sim
conflitante. O amor, ao contrário da paixão, oferece paz – sendo que paz não é
ausência de conflitos, e sim a capacidade de administrar conflitos para que não
haja rupturas. Assim, se você consegue guardar meu amor, se cuida dele, eu
fico. Mas se não cuida nem o guarda, eu parto. Há também casos em que o amor
não é cuidado nem guardado e a pessoa resolve ficar mesmo assim. Nesses casos,
isso é conveniência, e não convivência.”
- Mario Sergio Cortella.
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